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domingo, 16 de junio de 2013

A coisa das mulheres.

As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher
Mulher baixinha tem a coisa miudinha
A mulher alta tem a coisa que até salta
Mulher meiguinha tem a coisa apertadinha
Mulher gordinha tem a coisa bem fofinha
Mulher gordinha tem a coisa bem fofinha
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher
A separada tem a coisa estacionada
Mulher casada tem a coisa bem treinada
Divorciada tem a coisa preparada
Mulher solteira tem a coisa de primeira
Mulher solteira tem a coisa de primeira
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher
Mulher de idade tem a coisa com saudade
A convencida tem a coisa esquecida
Mulher da vida tem a coisa conhecida
A viuvinha tem a coisa choradinha
A viuvinha tem a coisa choradinha
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher
Mulher loirinha tem a coisa alongadinha
Mulher morena tem a coisa mais pequena
A mulher macho, eu não sei o que é que eu acho
Mulher do campo tem a coisa que é um espanto
Mulher do campo tem a coisa que é um espanto
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher
Mulher vaidosa tem a coisa bem cheirosa
A malcriada tem a coisa mal lavada
Mulher severa tem a coisa sempre a espera
Mulher bondosa tem a coisa apetitosa
Mulher bondosa tem a coisa apetitosa
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa pelo jeito da mulher
As mulheres têm uma coisa que o homem sempre quer
Eu conheço essa coisa, ai, ai, ai...pelo jeito da
mulher

Feliz dia abuelo y papá - Pai e Avô, dia feliz, eu sinto falta a cada dia mais. Eu os amo muito.-

Meu velho pai, preste atenção no que lhe digo
Meu pobre papai querido
Enxugue as lágrimas do rosto
Porque papai que você chora tão sozinho
Me conta meu papaizinho
O que lhe causa desgosto
Estou notando que você está cansado
Meu pobre, velho adorado é seu filho que está falando
Quero saber qual é a tristeza que existe
Não quero ver você triste
Porque é que está chorando?
Quando lhe vejo, tão tristonho desse jeito
Sinto estremecer meu peito, ao pulsar meu coração
Meu pobre pai você sofreu pra me criar
Agora eu vou lhe cuidar
Esta é minha obrigação
Não tenha medo, meu velhinho adorado
Estarei sempre ao seu lado, não lhe deixarei jamais
Eu sou o sangue do seu sangue papaizinho
Não vou lhe deixar sozinho, não tenha medo meu pai
Você sofreu quando eu era ainda criança
A sua grande esperança, era me ver homem formado
Eu fiquei grande estou seguindo o meu caminho
E você ficou velhinho, mas estou sempre ao seu lado
Meu pobre pai, seus passos longos silenciaram
Seus cabelos branquiaram, seu olhar se escureceu
A sua voz quase que não se ouve mais
Não tenha medo meu pai, quem cuida de você sou eu
Meu papaizinho não precisa mais chorar
Saiba que nao vou deixar, você sozinho, abandonado
Eu sou seu guia, sou seu tempo, sou seus passos
Sou sua luz, e sou seus braços
Sou seu filho idolatrado...




sábado, 15 de junio de 2013

Así se arreglan los descensos - La verdad de algo que pasó !!!

TE DISTE CUENTA QUE EN EUROPA Y EN TODOS LOS PAISES EL DESCENSO ES DIRECTO, OSEA DESCIENDEN A LA B LOS DOS ULTIMOS EQUIPOS DE LA TABLA DE POSICIONES... Y EN ARGENTINA NO... AHORA TE CUENTO POR QUE... 

En 1981 San Lorenzo como ya saben todos, se había ido al descenso por terminar anteúltimo y tuvo que jugar el 82 en la B. 

En la afa tomaron nota del descenso de San Lorenzo, y no quisieron que descendiese ningún otro grande, imagínense el escándalo que hubiera sido. 

Se inventa el promedio entonces, tomando en cuenta las actuaciones de los últimos dos años, ¿A quien favorecieron con los promedios? Seguro te equivocaste... fue a Boca, en el 84. 
Boca estaba tan pero tan quebrado que en un partido frente a Atlanta tenía que usar camiseta alternativa (ambos tienen los mismos colores) y no tenía. ¿Que hicieron entonces? Los jugadores de Boca jugando con remeras blancas y con los números.. ¡pintados con lapicera! 

Acá la foto del papelón de Boca: 

 

En 1984, un conflicto con los dirigentes hizo que el plantel de Boca no se presentase a jugar ante Atlanta. Y la CD mandó a la cancha a la Cuarta División. Y como el Bohemio tiene los mismos colores que el Xeneize, hubo que usar camiseta alternativa. ¡Pero no había! Y aparecieron unas blancas de la nada, pero sin número. El utilero hizo lo que pudo con un marcador negro y les dibujó a todos los números. Pero claro, con la transpiración se fueron desdibujando... como el equipo, que cayó 2-1. 

Ese Boca, con promedio o sin promedio, se iba a la B sin escalas, entonces, a mitad de campeonato, cambiaron las reglas y determinaron que las temporadas para establecer el promedio debían de ser 3. ¿Que paso con esto? Descendió Racing (Lo manda al descenso Racing de Córdoba ganándole 4 a 3 en el Juan Domingo Perón) 

En el año 1984, Boca termino anteúltimo sin embargo en ningún momento temio por descender, gracias al promedio. 

 

1983: 

posiciones: 

16º Rosario Central 30 36 11 8 17 50 60 -10 
17º Racing Club 30 36 11 8 17 38 49 -11 
18º River Plate 29 36 10 9 17 37 50 -13 
19º Racing (Cba) 27 36 7 13 16 46 51 -5 

posicion de river: anteultimo (deberia descender) 

gracias a los promedios: 

16º River Plate 34 29 63 31,50 
17º Platense 28 34 62 31,00 
18º Nueva Chicago 28 32 60 30,00 
19º Racing Club 28 30 58 29,00 

se salvó 


1984: 

posiciones en el torneo: 

16º Boca Juniors 30 36 10 10 16 34 49 -15 
17º Huracán 27 36 9 9 18 36 55 -19 
18º Rosario Central 25 36 7 11 18 27 41 -14 
19º Atlanta 24 36 8 8 20 32 61 -29 

boca no desciende 

con los promedios: 


7º Boca Juniors 48 37 30 115 3 38,33 
9º Racing (Cba) 39 27 43 109 3 36,33 
10º River Plate 34 29 43 106 3 35,33 
11º Chacarita Juniors - - 34 34 1 34,00 
12º Instituto 33 35 33 101 3 33,66 
13º Huracán 41 32 27 100 3 33,33 
13º Talleres (Cba) 33 33 34 100 3 33,33 
15º Temperley - 33 31 64 2 32,00 
16º Platense 28 34 33 95 3 31,66 
16º Unión 27 38 30 95 3 31,66 
18º Rosario Central 37 30 25 92 3 30,66 
19º Atlanta - - 24 24 1 24,00 


boca tampoco desciende 

jueves, 2 de mayo de 2013

Crucero ARA Gral. Belgrano - Siete mentiras sobre su hundimiento.-

Para evitar la culpabilidad conforme al derecho internacional, el gobierno británico suprimió información pertinente de manera centralizada y mintió en todo: con relación a por qué el moderno submarino nuclear HMS Conqueror le disparó y hundió al museo flotante que era el acorazado Belgrano, anterior a la Segunda Guerra Mundial, que llevaba 1100 marinos novatos a bordo y armas con un rango máximo de 13 millas, cuando se encontraba a 36 millas de distancia de la zona de exclusión total, once horas después de haber puesto proa al continente y sin que se hubiera perdido una sola vida británica en el conflicto. 

En su libro Official History of the Falklands War, Sir Lawrence Freedman observa: “Esto fue un error, en varios aspectos” respecto de las afirmaciones del gobierno a raíz del hundimiento del Belgrano. Es un eufemismo monumental, concerniente a las tremendas ramificaciones de falsedad que proliferaron en torno a este acontecimiento, y su persistencia a través de los años. 

Para obtener una explicación detallada del modo en que el gobierno se aferró a afirmaciones que sabía que eran falsas, y de cómo fue admitiendo la verdad con relación a este acontecimiento en forma gradual, principalmente debido a los continuos cuestionamientos de Tam Dalyell [parlamentario laborista], véase el libro de Clive Ponting The Right to Know (1985). La aparición del diario de Narenda Sethia –uno de los tripulantes del HMS Conqueror– tuvo un gran efecto al denunciar las mentiras del gobierno. Como escribió Clive Ponting: “En el otoño de 1983, el diario del teniente de navío Sethia, que era un oficial de suministros del HMS Conqueror, llegó a manos de Tam Dalyell y Arthur Gavshon. Esto confirmó que el relato del gobierno sobre los acontecimientos era inexacto casi por completo […]” (The Right to Know pág. 121).

Grandes mentiras del Gobierno de su Majestad acerca del hundimiento del Belgrano


1) El Belgrano se estaba acercando a la fuerza de tarea y constituía una amenaza; 
2) Estuvo cambiando de dirección durante todo el día; 
3) Se dirigía a las aguas poco profundas del banco Burdwood, donde el Conqueror podría haberlo perdido; 
4) Participaba de un ataque de “movimiento de pinzas” sobre la fuerza de tarea; 
5) El Conqueror detectó al Belgrano el 2 de mayo; 
6) La decisión de abrir fuego fue tomada por el comandante del submarino; 
7) Las noticias sobre las propuestas de paz peruanas no llegaron a Londres hasta después del ataque.

Estas siete mentiras, son muy similares a los siete “principales ejemplos de declaraciones falsas o engañosas” mencionados en el Informe del Foreign Affairs Committee (FAC. House of Commons– 14 de marzo de 1985). También a las “letanías de mentiras” enumerada en la Cámara de los Comunes por Tam Dalyell el 24 de marzo de 1983. A continuación, una descripción de cada una de ellas:

Mentira Nº1: “Este grupo de combate fuertemente armado estaba cerca de la Zona de Exclusión Total y se estaba aproximando a elementos de nuestra fuerza de tarea, que se encontraban sólo a horas de distancia”, secretario de Estado de Defensa, Informe Oficial del 4 de mayo TT, Pág. 14. 
En realidad, la mañana del 2 de mayo “Ellos [el Belgrano y sus dos buques escolta] pasaron la noche navegando meticulosamente en forma paralela a la zona de exclusión, aproximadamente a 18 millas al sur de la misma” como registró el reportero Sethia del Conqueror (FAC, Pág. 36). El HMS Conqueror había estado siguiendo al Belgrano durante 30 horas antes de hundirlo, e inicialmente, en su navegación bastante lenta hacia el este debido a la Zona de Exclusión (5 nudos) se había desviado ligeramente hacia la Fuerza de Tareas. De haberse considerado una amenaza, ése hubiera sido el momento lógico para atacar. Durante las últimas once horas, había invertido su dirección y estaba volviendo al continente.

Mentira Nº2: “El Belgrano estuvo cambiando de dirección durante todo el día… y en zigzag.” Hubo un solo cambio significativo de rumbo, el Belgrano había estado navegando hacia el este e invirtió el rumbo a las 8:30 BST (4:30 a.m. SAT) yendo hacia el oeste. Luego a las 10 a.m. SAT se desvió ligeramente más hacia el sur. Capitán Bonzo “se utilizó una navegación lenta y silenciosa, sin siquiera usar el sonar”, lo que parece indicar que asumió que tenía derecho a un paso seguro en aguas internacionales”. El relato de Sandy Woodward en One Hundred Days atribuyó erróneamente al Belgrano haber estado realizando “un suave zigzag” antes de ser atacado, como si estuviera tratando de evitar la detección. Mientras tanto, evidentemente la tripulación no tenía idea de que estaba en peligro; la mayoría estaba en la cama o en el restaurante. 

Mentira Nº3: “Preocupado porque el HMS Conqueror pudiera perder al General Belgrano si se dirigía hacia las aguas menos profundas del Banco Burdwood, el comandante de la fuerza de tarea solicitó y obtuvo un cambio de reglas de batalla que permitían atacar fuera de la zona de exclusión de 20 millas” (respuesta del gobierno a una pregunta escrita el 29 de noviembre de 1982, TT, Pág. 14). Dalyell determinó que el Banco Burdwood, bien estudiado, “tenía una profundidad mínima de 25 brazas, más de 150 pies de agua, pero en su mayor parte contaba con 90 brazadas o más, o sea 600 pies de agua. El calado del HMS Conqueror es de 55 pies cuando está sumergido (Jane’s Fighting Ships). Cuando fue hundido estaba al menos a 45 millas al suroeste del Banco Burdwood y se alejaba de él. […] Ahora, cuando se observan las coordenadas, el buque se dirigía (y se sabía que se dirigía) hacia un lugar que no estaba ni remotamente cerca del Banco Burdwood”. Este último está básicamente dentro de la ZET y hacia el sur de las islas.

Mentira Nº4: Cecil Parkinson (del Gabinete de Guerra) recordó: “Se nos dijo que el Belgrano representaba una amenaza, que tenía la capacidad, en el término de alrededor de seis horas de navegación en dirección a nuestra flota, de llegar al alcance de la misma.” El Capitán Bonzo del Belgrano fue informado de esto y respondió: “Una tontería absoluta. El buque británico de superficie más próximo debe haber estado a 250 millas de distancia. Hubiera necesitado alrededor de 14 horas para alcanzarlo a la máxima velocidad de crucero (18 nudos) a condición de que se detuviera por completo” (3/06/83 – FAC, Pág. 36). Añadió que hubiera sido “un extraño movimiento de pinzas”, con sus extremos a 350 millas de distancia entre sí. Este grupo [Belgrano y escoltas] estaba patrullando de un modo lento y pausado con rumbo al sur de la ZET, aun cuando podían detectar la presencia del submarino Conqueror a apenas 4000 pies de distancia, es decir, creyeron que estaban a salvo. El Belgrano no contaba con un sonar para detectar submarinos. Tenía algunos “misiles Exocet” hechos de madera. 

Mentira Nº5: “Al día siguiente, 2 de mayo a las 8 a.m., hora de Londres, uno de nuestros submarinos detectó al crucero argentino General Belgrano, escoltado por dos destructores” (ministro de Defensa John Nott, Casa de los Comunes, 4 de mayo de 1982). Pero recién en abril de 1984, Thatcher admitió que fue identificado el 1° de mayo. La secuencia en cuatro etapas fue como sigue: el jueves 29 los Cuarteles de Comunicación del Gobierno del Reino Unido (GCHQ) interceptó una orden para el Belgrano, relativa a su patrulla, de que se dirigiera al este “hasta un punto determinado” para luego “retornar”. El día 30, el Conqueror lo localiza, presumiblemente como resultado de esta información y el 1° de mayo, el Belgrano y sus dos escoltas son “identificados”, es decir que la marina británica lo reconoció como el museo flotante que era, anterior a la Segunda Guerra Mundial. Luego, el 2 de mayo, fue hundido.

Mentira Nº6: En Faslane, Escocia fue “donde por primera vez se supo la verdad”. Así lo expresó el diputado escocés Tam Dalyell, ministro de Ciencias de la oposición laborista, al leer The Scotsman de julio de 1982. En una entrevista le preguntaban al comandante Wrenford Brown, capitán del HMS Conqueror: “¿Comandante Wrenford-Brown, por qué hundió usted el Belgrano? Él respondió que lo hizo “por orden de Northwood [centro de operación militar británica]”. Tal afirmación hizo que el Sr. Dalyell comenzara a darse cuenta: “Ahora, esto era totalmente diferente de lo que se le había dicho al Parlamento, a la prensa y al pueblo”. Asimismo, el diario Aberdeen Press and Journal señaló: “La decisión de atacar fue tomada por la sede central y confirmada al Comandante Wrenford-Brown.” (Thatcher’s Torpedo. Pág. 20). Esta información vital provino del cuaderno de bitácora del Conqueror: el sub-capitán Wrenford-Brown al principio cuestionó la orden de abrir fuego, explicando a Northwoods que el Belgrano había revertido su curso y se dirigía al continente. “Después de esto, recibió dos veces más la inquietante señal de que ahora podía hundir el Belgrano, y no lo hizo”, como explicó Clive Ponting. Finalmente, Wrenford-Brown tuvo que obedecer órdenes y se dispararon tres torpedos. Esto muestra la mendacidad de Nott cuando explicó al Comité de Relaciones Exteriores que el único mensaje transmitido al Conqueror esa tarde, fue el cambio en las Reglas de combate.

Mentira Nº7: Thatcher afirmó que las noticias sobre el plan de paz de Perú llegaron a Londres tres horas después de haber hundido el Belgrano. “El primer indicio de las propuestas peruanas llegó a Londres a las 11:15 p.m. del domingo 2 de mayo”. La Historia Oficial de Freedman respalda este punto de vista. Figuras claves permanecieron en silencio, en especial Lord Thomas. Las “joyas de la corona” por las que fue procesado Clive Ponting, con relación a los telegramas enviados desde Washington y Lima durante ese fin de semana crucial –especialmente los enviados antes del hundimiento del Belgrano– permanecen en secreto hasta el día de hoy. Esos telegramas habrían expresado la esperanza de obtener noticias alentadoras sobre la paz, y a nosotros, la ciudadanía, nos fueron escamoteadas. El domingo por la tarde, el presidente Belaúnde se presentó en televisión diciendo que su mediación iba a ser exitosa: ¿Realmente lo hubiera hecho sin que antes alguien de su gobierno hubiera consultado a Gran Bretaña? Otras dos mentiras son dignas de mención: “La Cámara sabe que el ataque llevado a cabo por nuestro submarino involucró sólo al buque principal y no a los destructores que lo escoltaban”, según el informe oficial de John Nott dado a conocer el 4 de mayo de 1982 en la Casa de los Comunes. La primera ministra lo respaldó: “El crucero estaba acompañado por dos destructores, que no fueron atacados de forma alguna”. En realidad, de los tres torpedos lanzados por el Conqueror uno alcanzó al Hipólito Bouchard y efectivamente explotó, provocando grietas en el casco del buque (Fuente: entrevista con el Capitán Washington Barcena del Hipólito Bouchard, The Guardian –18/10/2000). Existe sin embargo, la historia de que el Conqueror regresó al día siguiente “y vio a ambos destructores, ayudando en la búsqueda y el rescate de los sobrevivientes, de modo que dio la vuelta y los dejó haciéndolo” (Sandy Woodward en sus Memorias). Pero en realidad y para entonces, el Conqueror aún estaba bajo las órdenes de hundir todo lo que encontrara, de manera que ese rescate no pudo haber tenido lugar hasta el 4 de mayo.



La Verdad. Declaraciones del parlamentario Ian Mikado, al Belgrano Enquiry: “El engaño básico que dio origen a todo lo demás; el engaño básico que logramos descubrir a pesar de la deliberada obstrucción ministerial, fue que una semana antes del fin de semana crucial para el Belgrano, el gobierno decidió hacer un cambio radical en su anunciada política respecto de las Malvinas.

Decidieron engañar al mismo tiempo a la Cámara de los Comunes y al país, al no anunciar el cambio y al pretender que continuaban con la política original. Esa política original era utilizar la mínima fuerza necesaria para lograr una solución diplomática del conflicto. Pero durante el fin de semana del 23 y 24 de abril, el Gabinete de Guerra decidió abandonar esa política. Contrariamente, decidió llevar a cabo un acto de agresión suficientemente importante y dramático como para precipitar y escalar la acción militar hasta el nivel en el que fuera posible imponer una solución por la fuerza. 

El acto importante y dramático que eligieron fue hundir el portaviones 25 de mayo, al que razonablemente podían considerar como una fuente de peligro para nuestras fuerzas. Así fue que salieron al mar buscando el portaviones, pero aún con todos los satélites de los EE UU, la GCHQ y todo el resto, no lo encontraron. 

Pero tenían que tener algún objetivo, de modo que en su lugar hundieron el Belgrano, sabiendo perfectamente que no era una fuente potencial de peligro para nuestras fuerzas. Nosotros hundimos el Belgrano porque no encontramos el Veinticinco de Mayo.” 

Además agregó: “La visita de Francis Pym a Washington y Nueva York durante el fin de semana del 1 y 2 de mayo fue parte del simulacro del gobierno y su supuesta búsqueda de una solución diplomática. Al respecto, cabe aclarar que el mismo Francis no formó parte del engaño sino que sin duda fue víctima. Fue enviado como un inocente al extranjero, para hablar de paz con Al Haig y Pérez de Cuéllar sin haberle dicho que todas las conversaciones de ese tipo fracasarían mientras se estuvieran realizando, debido a la decisión de hundir uno de los buques capitales de Argentina”.

* Fuente: Portal oficial del Belgrano Enquiry. Adaptado y actualizado por Federico Bernal en base al libro The Unnecesary War (1988) y al documento Report of the Assessors on the Belgrano Enquiry (November 1986), publicado por The Belgrano Action Group, 1988.